A compreensão desses elementos, frequentemente discutidos em fóruns e análises setoriais, permite uma visão mais clara do funcionamento interno desses jogos de entretenimento, separando a mecânica lúdica de quaisquer expectativas financeiras.
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Player_1
1.3 de 5 estrelas
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tooop
jogo viciante de merda tenho 30 anos sou um bebado sustentado pela mae recomendo e tambem semi anlfabeto
Eu realmente nao sei pq comecei a jogar isso ja gastei um salario minimo e pior tenho que entrar todo dia nessa porr
Larguei o Warzone pra jogar isso aqui, nao sei se fiz uma boa escolha. Mas vamos sobreviver! kkk jogo precisa ser lapídado, mas eu to conseguindo me divertir, que é o mais importante!
TioLuci19
2.3 de 5 estrelas
Compra verificada
Um espetáculo kkkk
mt mas devia abaixar o preço do prime ne pae
Se eu tivesse dedicado todo o tempo que eu joguei DOTA (desde 2008) na minha vida no Seminario, eu teria participado da votacão do último Papa
Bingo Bango Bongo, Bish Bash Bosh
Rafael Santos Da Cruz
3.3 de 5 estrelas
Compra verificada
Como um jogador de longa data que viu a glória do CS:GO, é difícil não sentir uma profunda decepção com o que o CS2 se tornou. A transição para a nova versão, somada à decisão de torná-lo free-to-play, transformou o que era um dos melhores jogos de tiro tático em uma experiência frustrante e quase impossível de jogar. A Valve prometeu uma evolução, mas entregou um jogo que regrediu em um dos aspectos mais cruciais: a integridade da comunidade. O problema dos cheaters, que já existia no CS:GO, explodiu de forma assustadora no CS2. É impossível entrar em uma partida e ter a certeza de que a experiência será justa. A cada rodada, a sensação é de estar enfrentando um adversário que não joga limpo, com hacks de mira (aimbot), visão através de paredes (wallhack) e outras trapaças que tornam a jogabilidade uma piada. A Valve, que deveria estar protegendo a comunidade e punindo esses trapaceiros de forma rigorosa, parece ter abandonado o jogo. A impressão é que a prioridade não é mais a diversão e a competição, mas sim atrair novos jogadores (e consequentemente, mais vendas de caixas e skins), mesmo que isso signifique sacrificar a qualidade do jogo para os veteranos. Em resumo, o CS2 não é uma continuação digna do legado do CS:GO. O que era um jogo competitivo e desafiador se transformou em um playground para hackers. A Valve acabou com o jogo que muitos de nós passamos anos jogando e amando. A nostalgia do CS:GO fica, mas a esperança de ver o CS2 voltar a ser o que era se esvai a cada partida estragada por um trapaceiro.