Pior jogo de todos, um caça níqueis disfarçado de FPS. Onde a valve dita o valor do mercado, e se quiser, pode quebrar o preço das skins a qualquer momento. O jogo é mal otimizado, tem servidores horríveis e cheaters a rodo, o anticheat é uma bosta que não bane nenhum hacker e a empresa lucra cada vez mais, enquanto os jogadores se satisfazem cada vez menos. Não me surpreenderia se em algumas semanas o número de jogadores despencasse depois do que foi feito. Arruinaram um jogo de decadas, e provavelmente a vida de diversas pessoas que fez do hobbie uma fonte de renda.
Em meio ao caos organizado de um jogo competitivo moderno, game se ergue como uma verdadeira ópera do imprevisível. Cada partida é um palco onde convivem o estrategista silencioso que joga como se fosse uma missão da CIA, o russo que grita “rush B” antes mesmo do round começar, e o brasileiro que transforma o chat de voz em um stand-up improvisado. Entre granadas mal lançadas e tiros certeiros que desafiam a física, nasce uma experiência quase artística — uma mistura de tensão, humor e pura insanidade digital. É o ponto de encontro entre a precisão milimétrica e o caos absoluto, onde a vitória muitas vezes depende mais da paciência do que da pontaria. CS2 não é apenas um jogo; é um retrato fiel da humanidade em 5 contra 5 — onde o herói, o traidor e o comediante podem ser a mesma pessoa, no mesmo round.