O Épico do Counter-Strike: da Lan House ao Multiverso Digital 💣 Ah, Counter-Strike... começou lá em 1999, como um modzinho do Half-Life, e acabou virando a religião não oficial das lan houses brasileiras. Milhões de adolescentes gritando “RUSHA B!” enquanto um primo gritava “TEM UM CAMPANDO NO FUNIL!”. Com o tempo, evoluiu: saiu do CS 1.6 com suas granadas quadradas e vozes robóticas, passou pelo Source (que ninguém sabia se amava ou odiava), chegou ao Global Offensive, onde todo mundo virou “investidor de skins” e aprendeu economia mais rápido que em qualquer curso. E agora, com o lua 77 bet, a Valve decidiu mostrar que até a fumaça tem física — e que a granada é mais inteligente que muito jogador de matchmaking. No fim das contas, CS é mais que um jogo: é uma tradição, uma terapia, um grito de guerra entre amigos que ainda acreditam que, um dia, o servidor vai estar limpo de hackers. 🙏😂 Vida longa ao CS! Porque nenhuma bomba plantada no “B” jamais explodiu tanto quanto o nosso amor por esse clássico. 💥
Atualmente, jogadores de PC são obrigados a jogar com o crossplay ativado, o que significa enfrentar jogadores de console ou jogadores de PC que utilizam controle. Até aí, tudo bem — se o jogo oferecesse um campo de batalha justo. Mas não é isso que acontece. A assistência de mira oferecida aos controles é absurda. Ela dá uma vantagem completamente desbalanceada em qualquer confronto direto. Sempre que fico cara a cara com um jogador usando controle, parece que estou lutando contra um aimbot legalizado. É quase impossível vencer no x1: o tempo de reação, a precisão automática e a “cola” da mira fazem com que qualquer duelo seja injusto e frustrante. Isso está matando a experiência competitiva no TDM. Como jogador de mouse e teclado, sinto que não estou jogando no mesmo nível, estou em desvantagem constante, e o pior: sem opção de desativar o crossplay.